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terça-feira, 16 de junho de 2009

2009.1

Pois foi que no dia 25 de junho de 2009 começou um novo semestre na uece. E a novidade foi que eu voltei pra lá, como aluna regularmente matriculada em três disciplinas. O que aconteceu nos semestres anteriores? Bom, 2007.2 eu só consegui terminar a disciplina de psicologia evolutiva. Já em 2008.1 eu decidi fazer matrícula institucional. Em 2008.2 eu perdi a matrícula.

Mas, alguma coisa aqui dentro tá dizendo que agora vai. Saindo tudo dentro do planejado, 2010.1 é o meu último semestre como graduanda em filosofia. E aí eu queimo as fitas!

sexta-feira, 20 de abril de 2007

a última prova

foi ontem e não foi boa. preciso de 6,5 pra passar por média e espero sinceramente que eu consiga essa proeza. agora é conferir o resultado na terça e aproveitar o mês de férias para escrever o projeto da monografia. foi assim que eu escrevi:

karl popper e o racionalismo crítico

após as críticas às concepções instrumentalista e essencialista de ciência, karl popper propõe uma terceira concepção: seriam as teorias científicas “conjecturas genuínas”, suposições elaboradas acerca do mundo, que apesar de não serem verificáveis, podem ser submetidas a diversos testes críticos.

são elas tentativas sérias de descobrir a verdade, tentativas humanas de descrever e entender a realidade. mas sempre haverá a possibilidade de que, no futuro, esta teoria seja incompatível com os fatos, podendo ser problemática e facilmente substituída por outra.

para popper, uma teoria será o mais científica quanto maior for a possibilidade de falseabilidade da mesma. ao contrário dos indutivistas, que enfatizavam a necessidade da verificação das teorias para comprovar sua validade, popper considera relevante as verificações que coloquem em risco tais teorias, as tentativas de refutá-las que acabam resultando em sua corroboração é que realmente importam.

segundo popper, não deve interessar ao filósofo da ciência a pergunta pela origem da hipótese científica, comportando-se de maneira normativa. não deve descrever os métodos e sim prescrever a lógica dos procedimentos de validação das hipóteses científicas. é, então, um processo de tentativas – conjecturas e refutações, um método de caráter prescritivo, almejando o progresso da ciência.